História

 

Foi do economista e empresário, Paulo Vicente de Souza Lima, a idéia da criação da FCETM, em 1964. Para que se tornasse uma realidade, contou com a participação de professores brilhantes como Dr. Augusto Afonso Netto, que mais tarde se tornou diretor da IES, Ronaldo Benedito Cunha Campos, Pedro Conti e o técnico de assuntos educacionais, Benedito do Espirito Santo. Em 1965, por iniciativa do então Presidente da Associação Comercial e Industrial de Uberaba – ACIU, Léo Derenusson, foi criada uma Comissão para efetivar a criação da Faculdade de Ciências Econômicas do Triângulo Mineiro – FCETM, com o objetivo de implantar em Uberaba cursos superiores de qualidade, com vistas a formação de dirigentes empresariais e novos empreendedores, moldados qualitativamente para o mercado em crescente expansão, com a capacidade de promover a atualização e a transformação da realidade local e regional. Não contam nas atas de reuniões da ACIU, porém estavam presentes no processo alguns nomes, tais como os componentes da primeira comissão formada por Léo Derenusson, Mário Salvador, José Leal do Alemão, Gilberto Resende, Angelo Marzola, Edson Simonetti, César Vanucci, Ataliba Guaritá Neto, Glaycon de Paiva, Avelino Ignácio de Oliveira e Nair Fortes.

Coube ao Economista Glaycon de Paiva proferir a aula inaugural. Inicialmente as aulas foram ministradas no prédio da Associação Comercial, tendo permanecido no local até meados de 1976. Como resultado do devotamento realizado pelo professor Augusto Afonso Neto, e das gestões dos presidentes da mantenedora Jorge Dib Neto, José Cury Peres, Wilson Pinheiro, Milton Duarte Villela, Renê Barsan, José Mousinho Teixeira e José Vitor Aragão, a faculdade contava com o reconhecimento dos cursos de Ciências Econômicas, Administração e Ciências Contábeis.
Face a crescente demanda pelos Cursos da Escola, pelo reconhecimento público da tradicional seriedade do ensino ministrado pela FCETM, e, tendo em vista a vocação da ACIU, no que tange ao atendimento das expectativas dos seus associados, é autorizada pela Assembléia-Geral da Entidade, em 10/01/1985, a construção da sede própria da Faculdade de Ciências Econômicas do Triângulo Mineiro – FCETM -, a partir de arrojado projeto arquitetônico.

Comprometido com a qualidade do ensino, dos serviços educacionais prestados à comunidade local e regional, é instalado em 1989 o 1º Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Contabilidade, seguido da oferta de outro Curso na área de Ciências Econômicas, em 1990, oferecido em convênio com a Universidade Federal de Uberlândia – UFU -.

Juntamente com a entrega da nova sede da FCETM e tendo em vista as iniciativas de sucesso na área da Pós-Graduação “lato sensu,” a Instituição em 1991, passa a oferecer os Cursos de Pós-Graduação em Administração de Empresas e em Recursos Humanos.

Em 1992 a FCETM cria o Centro de Estudos e Pesquisas Econômico-Sociais – CEPES -, com o objetivo de oferecer campo de atividade prática para a Academia, e, também como unidade de prestação de serviços de pesquisas às empresas vinculadas à ACIU.

Nesse mesmo sentido, em 1994 e 1995, respectivamente, é inaugurada a 1ª Incubadora Empresarial de Uberaba em convênio com o SEBRAE/MG, e instalada a Empresa Júnior da FCETM, com o propósito de dotar a Escola de outros laboratórios no campo da gestão empresarial.

Entre 1996 e 2001, além de novos cursos de Pós-Graduação Lato Sensu implantados na FCETM, ACIU cria a Escola Técnica de Formação Gerencial – ETFG -, em conjunto com o SEBRAE/MG, com o objetivo de oferecer Curso de Ensino Médio – Técnico em Administração, cujas atividades foram encerradas em 2006, por escassez de demanda.

Em 2002 a ACIU e a FCETM passam a oferecer 2 (duas) novas habilitações do Curso de Administração: Marketing e Comércio Exterior. Em 2007, no segundo semestre, por decisão do Conselho Superior, deixou de realizar Processo Seletivo para as mesmas, devido ao baixo número de candidatos.

A obtenção de Conceito “B” no Curso de Administração de Empresas em 1998, e o Conceito “A” em Ciências Contábeis em 2002, no Exame Nacional de Cursos (Provão), ratificaram a história bem sucedida da Faculdade de Ciências Econômicas do Triângulo Mineiro – FCETM nestas quatro décadas de existência, e confirmaram o sucesso de sua opção histórica consubstanciado na definição de sua missão institucional: “ Formar pessoas com visão empreendedora e social, dotadas de senso crítico e ético, aptas para a gestão do conhecimento, capazes de vencer os desafios de seu tempo”.

No percurso de 2006/2013 a Faculdade, como outras diversas, sofreu consequências do mercado de ensino superior inchado e de concorrências diversas. Junte-se a isso um cenário econômico de dúvidas e o resultado foi um período de crise relacionada a demanda. Mas Jamais de qualidade de Ensino.

Em 2014 a mantenedora AEOF é assumida por um grupo empresarial com aptidão acadêmica e conhecimento do mercado de Ensino. Neste momento ela retoma seu caminho de Instituição de Ensino Superior com vocação para formação de lideres empreendedores e com propostas sérias de qualidade e ética.

Nesta proposta, pretende a sua mantenedora, a Associação Educacional Dr. Odilon Fernandes, através da FCETM, implementar projetos de novos cursos superiores ligados a outras áreas de conhecimento, além da área de negócios, com a finalidade de continuar dotando Uberaba e região de uma Instituição de referência na formação profissional.

Em 2015 a Faculdade de Ciências Econômicas do Triângulo Mineiro, completam 50 anos de fundação de forma que a primeira turma de bacharéis do Curso de Ciências Econômicas comemorará 45 anos de formados.

Nesse tempo acumulado de cinco décadas, esta IES consolidou a sua presença como pioneira na oferta de cursos na área de negócios, no Triângulo Mineiro e regiões circunvizinhas. Foi a responsável pela modernização da atividade econômica nesses locais, bem como ampliou a oferta de profissionais qualificados para cargos de topo das empresas públicas e privadas do país.

Assim, explicita, desde o início, sua responsabilidade social ao oferecer educação superior através de estratégias e instrumentos que melhoram a qualidade e a relevância das atividades acadêmicas desenvolvidas, perseguindo os significados mais amplos da formação profissional, assim como a formação da cidadania e a defesa dos valores democráticos.